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Domina aquele relatório interno de James Damore, do Google, que vazou pra imprensa? Aquele de acordo com o qual não carecemos aguardar que os trabalhadores de cada profissão reflitam a demografia da população como um todo? Bem, foi meio estúpido digitar isto. Contudo não porque estivesse errado. Foi estúpido Damore ter imaginado ser possível falar razoavelmente este questão -e direito nos EUA. http://novidadessobresemgordura2.qowap.com/14996848/7-truques-que-ir-o-alterar-completamente-o-visual-da-sua-sobrancelha do memorando de Damore que apareceu inicialmente no blog Gizmodo foi publicada sem fontes e imagens, mas, sem demora, ele de imediato tem página própria na web, acompanhado de links e utensílio gráfico. O texto de Damore me parece um panfleto produzido por um jovem branco generoso, contudo completamente desavisado. Ele não merecia ser demitido sendo assim.


Quem sabe merecesse uma reprimenda por digitar sem reflexionar. No entanto, no mundo dele, requisitar que um tópico seja debatido teoricamente basta para causar demissão. Não escrevo geralmente a respeito da sub-representação de mulheres nas ciências. Não me sinto qualificada para retratar os sub-representados. Ao que parece, não sofro devidamente em meu lugar dominado pelos homens. Pela proporção em que é possível confiar em testes on-line de personalidade, sou uma mulher embaraçosamente atípica. https://www.minds.com/blog/view/861002617717096448 /p>

Não deve causar surpresa que eu tenha ido parar pela física teórica. http://treinoeficientedicas6.thesupersuper.com/post/como-criar-um-blog--sem-custo-profissional-e-de-sucesso como existe um porquê mais sinistro para que eu mantenha a boca fechada. Tenho pavor de perder o pouco suporte de que desfruto entre as mulheres das ciências se definir atacá-las pelas costas. Vivi por três anos nos Estados unidos e por mais três no Canadá. Em imensas ocasiões, no decorrer desses anos, fui informada de que minhas considerações sobre o assunto as mulheres na ciência são "radicais", "controversas" ou "provocativas". Por eu ter declarado o óbvio: mulheres são diferentes dos homens.


Quanto a isto, concordo totalmente com Damore. Ter uma proporção de uma mulher pra cada homem não é uma coisa que deveríamos aguardar em todas as profissões -tampouco deveríamos perseguir esse intuito. Contudo, quanto mais mantenho a boca fechada, mais acredito que meu silêncio é um erro, já que significa deixar a conversa -e, com ela, o poder- com aqueles que gritam mais grande. ] CNBC. Ela quer que fiquemos "chocados" com o relatório de Damore, numa tentativa transparente de criar indignação e, com isto, atrair leitores e espectadores.


Você neste momento está indignado? Polêmicas midiáticas como essa cada vez mais me deixam preocupada com a impressão que os cientistas causam nas recentes gerações. Em meninos como Damore. Creio que eles nos acham todos idiotas, já que os mais lúcidos entre nós não se pronunciam. E, quando meninos se localizam inteligentes demasiado, escrevem panfletos com o intuito de reinventar a roda.


  • Interessante exibição em dispositivos móveis
  • Entender de que maneiras a concorrência alcança o público
  • Let’S veste: Ackon Wear
  • Tropical Reef
  • Desenvolvendo um instrumento de pesquisa interna monetizado
  • Pensar em habilidades de curto tempo

O episódio, entretanto, é que boa fatia dos dados do memorando de Damore são sustentados pelas pesquisas. Realmente, as mulheres são, em média, mais neuróticas do que os homens. Isto não é insulto, todavia um termo de uso comum na psicologia. As mulheres também se interessam mais por pessoas do que por coisas, em média. http://viverfelizblog9.blog5.net/14875219/bovespa-fecha-em-queda-de-1-7-embraer-tem-alta-acima-de-4 , em média, assim como dão valor maior ao equilíbrio entre a existência pessoal e a carreira, reagem de forma desigual ao estresse, competem sob regras diferentes. E desse modo por diante.


Não sou socióloga nem ao menos psicóloga, mas, pelo que imagino da literatura nessas áreas, as afirmações acima não dão margem a controvérsia. As mulheres são diferentes dos homens, por natureza e em função da forma pela qual são desenvolvidas, ainda que a distinção entre o que é natural e o que vem da constituição ainda seja uma charada em aberto. Entretanto as razões por trás deste acontecimento não sugestionam a charada sobre o mercado de trabalho: mulheres são diferentes em aspectos que plausivelmente sugestionam a possibilidade da profissão. Não, o problema do pretexto de Damore não está no ponto de partida, mas nas conclusões a que ele chega.


Para começar, até eu sei que boa fatia do trabalho do Google tem as pessoas como centro. O objetivo é servir as pessoas diretamente, ou ler dados sobre isso pessoas, ou sonhar o futuro das pessoas. Se você deseja prestar sua existência a coisas e ideias, alternativa a engenharia ou a física, não o desenvolvimento de softwares.


O caso de que montar softwares requer capacitações "femininas" foi apontado obviamente por Yonatan Zunger, antigo funcionário do Google. Todavia, dado que a física me interessa mais do que o desenvolvimento de softwares, deixarei esse questão de lado. Um erro maior no relatório de Damore está em uma coisa que vejo com regularidade: presumir que competências e desempenho profissionais possam ser deduzidos com apoio nas diferenças entre grupos demográficos. Isto não é verdade, e ponto conclusão. Acredito, tendo como exemplo, que, se a parcialidade na seleção e a desigualdade de oportunidades não existissem, os escalões mais altos da ciência e da política seriam dominados por mulheres. Então, procurar distribuição igualitária de posições conferiria vantagem desleal aos homens. Desafio cada um a me apontar provas em contrário.


Não me surpreendo nem ao menos um pouco, contudo, por Damore presumir que as diferenças entre traços tipicamente femininos e tipicamente masculinos signifiquem que os homens sejam mais capacitados. Está aí a parcialidade de que ele acredita não sofrer. E, sim, sou identicamente parcial em benefício das mulheres. O maior problema do memorando de Damore, contudo, é que ele não entende o que torna uma corporação bem-sucedida. Se fração significativa dos funcionários acredita que diversidade é interessante, ela é essencial.


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